Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.
790 (14-01-2017) – Caminhando
pela Eternidade – Onofre Cristo Brumano Pinto
Esse é um livro
para quem gosta de refletir sobre a origem da vida, o evolucionismo e o
criacionismo, e a religião e a ciência.
O autor filosofa sobre quatro temas: “A Pedra e o Homem”, “O Solo e o
Homem”, “A Solução e o Homem, e “...E Moisés Tinha Razão”. As três primeiras
partes preparam o leitor para a última.
Logo na Introdução de “...E Moisés Tinha Razão” aparece esse texto: “
... em a Natureza nada se faz aos saltos, mas gradativamente”. “Isso significa que a evolução é parte da
criação, desde que se considere a primeira sem excluir a presença de Deus”.
“Assim raciocinando e acreditando, elimina-se a ideia tanto de evolucionismo
quanto de criacionismo; e surge uma terceira, derivada da fusão das duas”. Essa terceira ideia surge da fusão do “Livro
das Rochas”, mostrando as eras geológicas e a evolução, e o “Livro de Moisés”,
o “Gênesis”, mostrando a criação do mundo em seis dias. O autor discute os seis dias da criação do
universo, comparando-os com as eras geológicas, isto é, com as evidências
encontradas nas rochas e nos fósseis. O
autor apresenta uma ideia original em que a ciência explica a religião com
argumentos facilmente aceitáveis pelos cientistas e religiosos. Por outro lado, a religião estabelece a pauta
da pesquisa ou, no mínimo, influencia os pesquisadores no delineamento de suas
investigações.
Especialmente a parte “...E Moisés Tinha Razão” é muito
boa de ler e muito informativa, ao mesmo tempo que instiga o leitor a rever
suas reflexões sobre os temas tratados.
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