Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.
885 (18-10-2024) – Cinéfilo – Roberto D`Arte, Editora Cajuína, SP., 2018. 122 p.
O subtítulo “Entrelinhas filosóficas em obras
cinematográficas” explica muito do conteúdo. As crônicas, ilustradas com cenas
de filmes, são muito bem escritas. Algumas narrativas flutuam sobre os filmes,
incluindo a ficha técnica deles, e daí extraem elementos filosóficos de autores
famosos. Os leitores, que assistiram aos filmes recordam maravilhados as
passagens e se surpreendem com os conceitos filosóficos aos quais estão
associados. É uma incitação a rever filmes como Spartacus, Matrix, A paixão de
Cristo, O ano em que meus pais saíram de férias, e ver alguns menos destacados
como Por um fio, O Curioso caso de Benjamin Button, Encontro marcado... Outras crônicas
partem de uma mensagem filosófica e desaguam num filme que a ilustra
perfeitamente, é o caso de Um dia de fúria.
Lendo Cinéfilo, o leitor se diverte
recordando filmes vistos, ao tempo que aguça sua memória com elementos filosóficos
muito atraentes. O certo é que Roberto D`Arte, numa roda de discussão de cinema, literatura e filosofia, sempre será o centro de convergência dos debates.
Foi muito bom ler Cinéfilo!
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