segunda-feira, 2 de maio de 2016

Bridge of Spies – Giles Whittell


Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.


777 (30-04-2016) – Bridge of Spies – Giles Whittell

            O livro detalha os bastidores, os episódios pouco conhecidos, e os envolvidos na Guerra Fria que iniciou após a Segunda Guerra Mundial e avançou até a implosão da União Soviética em 1991.  Os principais líderes mundiais nesse período foram Nikita  Khrushchev, Dwight Eisenhower and John F. Kennedy. Nikita  Khrushchev foi o primeiro ministro soviético no período de 1958 a 1964 que abandonou, em 1960, em Paris, a reunião de Cúpula dos Países mais Poderosos, quando soube que foi derrubado em território soviético, no dia primeiro de maio de 1960, o avião espião U2 pilotado pelo americano Gary Powers.  Dwight Eisenhower foi o presidente dos Estados Unidos entre 1953 a 1961 que autorizou o programa de espionagem com os aviões U-2. Os personagens principais nesses fatos foram: Rudolf Abel, ou Willian Fisher, ou Agente Mark, um coronel da KGB tido como o mais experiente dos espiões soviéticos nos Estados Unidos entre 1948 e 1957.  Outro personagem importante foi Francis Gary Powers, piloto do avião U-2, empregado pela CIA e derrubado no dia primeiro de maio de 1960 sobrevoando e fotografando posições estratégicas sobre a Rússia Soviética.  Outro personagem destacado foi Frederic Pryor, estudante de doutorado da Yale University escrevendo sua tese na Free Universiy of West Berlin. Sua tese pesquisava a formação dos preços na Alemanha Oriental e ele para obter seus dados entrevistava os diretores das “empresas” ou instituições comunistas nessa região.  Após a construção do muro de Berlin, em 13 de agosto de 1961, ele foi preso como espião americano e libertado para seus pais no Checkpoint Charlie no mesmo instante em que na Ponte Glienicke eram trocados Rudolf Abel por Gary Powers em 10 de fevereiro de 1962.  William Tompkins foi o promotor designado para acusar Rudolf Abel no julgamento em 1957.  James Donovan foi o defensor de Rudolf Abel nesse julgamento e, posteriormente, o negociador no processo que culminou na troca dos espiões na Glienicke Bridge e no Checkpoint Charlie.

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