quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tuareg – Alberto Vázquez-Figueroa


 Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.


        
           529 (2000) – Tuareg – Alberto Vázquez-Figueroa
           
        O livro começa com a chegada de dois visitantes às tendas da família de Gacel Sayah.  Após narrar a tradição e o respeito devido à hospitalidade dos tuareg e seu conhecimento do deserto do Saara, o autor descreve a invasão do acampamento por um grupo de militares que mata um dos hóspedes de Gacel Sayah e leva sequestrado o outro.  A partir daí, contam-se as aventuras de Gacel para vingar sua honra. Inicialmente, ele mata o guia que levou os militares a sua tenda em um duelo de espadas, vai ao posto militar e mata o comandante que assassinou seu visitante.  Após esses feitos, ele desafia o deserto e sobrevive a horrores numa região de salinas, e finalmente chega ao oásis onde residia a administração da província.  Prende o superintendente e fica sabendo onde está preso seu hóspede.  Vai ao forte, mata os soldados e liberta seu hóspede.  Foge pela terra vazia de Tikdabra, conhecida somente por muito poucos, e entrega seu hóspede em segurança num país vizinho. Volta para buscar sua família aprisionada como refém.  Quando o presidente desfila pelas ruas da cidade, Gacel o mata sem saber que não era mais o antigo presidente, que fora deposto, mas o novo presidente, exatamente seu hóspede.

            É um livro ótimo de se ler, com uma estória muito bem construída numa região pouco conhecida, o deserto do Saara, e vivenciada por um povo cujas tradições, conhecimentos e modo de vida são quase ignorados. A trama do livro é muito bem planejada e escrita; e o desfecho é um dos mais impactantes que já li.

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