Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.
808 (27-04-2018) –Pachinko
–Min Jin Lee
Esse romance principia em 1910
quando o Japão invade a coreia. Hoonie, um deficiente físico com lábio
leporino, muito trabalhador, inteligente e simpático tem um casamento arranjado
com Yangjin quando ele completou vinte e oito anos. O casal continua morando na casa de seus pais
que sublocavam quartos para pescadores e cultivavam uma horta comercial na
pequena ilha de Yeongdo, ao lado de Busan, uma cidade portuária no sul da
Coreia. Tiveram uma filha Sunja sem as
deformidades do pai. Corria o ano de
1932, quando o Japão invade a Manchuria. Sunja cresceu bonita e conheceu e amou
Hansu, um rico comerciante coreano-japonês, e se deixou seduzir por ele. Quando
lhe informou que estava grávida, ele disse-lhe que era casado e que tinha
filhos no Japão. Mas, um dos hóspedes
mais queridos da casa, o reverendo Isak, se condoeu dela e a esposou. Logo
depois se mudaram para o Japão onde nasceu o filho de Hansu e um ano depois, o
de Isak.
A autora esconde os personagens numa fazenda no interior do Japão
em 1945, onde trabalham pela comida e pela hospedagem. Assim evita descrever a destruição causada
pelos bombardeios e os efeitos da guerra na população.
O resto do livro relata a
discriminação sofrida pelos coreanos imigrantes e pelos filhos dos coreanos nascidos
no Japão, antes e depois da guerra. Toda essa parte é menos curiosa, menos
intensa e até mesmo desinteressante.
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