domingo, 24 de abril de 2016

Realm of the Incas – Victor W. Von Hagen

Na primeira linha das anotações, aparecem, nessa ordem, o número do livro lido, a data em que terminei a leitura, o título do livro e o nome do autor.



569 (2005) Realm of the Incas – Victor W. Von Hagen

                As partes principais do livro são os antecedentes históricos e geográficos; os povos andinos; o Inca; e as conquistas obtidas na construção de estradas e pontes, na administração e na guerra.  Os mistérios continuam sem explicação: como trabalharam as pedras imensas com tamanha perfeição, isto é, como as cortavam e as justapunham; a escrita ou outra forma de descrever fatos e notícias existiu ou não.  O quipu, uma corda com nós, trançada em cores diferentes, seria essa forma alternativa de arquivar informações e descrever fatos e notícias?  Há até estrofes de poesias registradas pelos quipus, mas perderam-se os intérpretes e hoje não se consegue mais traduzi-los.  Atahualpa, após derrotar seu irmão Huáscar, em 1532, na guerra sucessória que se travou, e no comando de um exército de 50.000 a 80.000 homens, vai ao encontro de Francisco Pizarro, aceitando o seu convite para visitar os espanhóis ali mesmo em Cajamarca onde o sapa Atahualpa se encontrava.  Descreve-se a prisão de Atahualpa em decorrência de seu excesso de confiança ante o diminuto exército de 130 espanhóis a pé e 40 montados que o convidava.  Ele vai ao encontro do conquistador Francisco Pizarro acompanhado apenas de sua guarda pessoal desarmada.  Conta-se que após ser recebido por um sacerdote que o convida a aceitar o cristianismo e entrega-lhe uma bíblia; sem que entendesse a conversa e o livro, joga a bíblia no chão. Ante tamanho desrespeito os espanhóis avançam sobre ele e o sequestram.  Tido como Deus pelos seus súditos, o sapa ou rei dos Incas não podia ser tocado nem mesmo pela sua guarda ou por seus soldados.  Não podendo ser tocado, não havia como tirá-lo das mãos dos sequestradores que ameaçavam matá-lo e assim perdeu-se o império.

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